sábado, 16 de julho de 2016

CLÁSSICO CORINTHIANS X SÃO PAULO TERÁ JUIZADO DO TORCEDOR


O Tribunal de Justiça estará presente no clássico paulista entre Corinthians e São Paulo para garantir os direitos dos espectadores. A partida, válida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, acontecerá amanhã (17/07) na Arena Corinthians, às 16 horas. O evento contará com o serviço do Juizado Especial do Torcedor, criado pelo TJSP em parceria com o Ministério dos Esportes e apoio da Federação Paulista de Futebol.
O Juizado recebe reclamações referentes ao não cumprimento dos direitos previstos no Estatuto de Defesa do Torcedor, como atuação de cambistas, queixas sobre ingressos falsos, falta de lugares nos estádios e brigas, dentre outros. 

No local podem ser feitas rápidas audiências relacionadas a infrações penais de menor potencial ofensivo que acontecem durante as partidas, buscando acordos e evitando a propositura de ações judiciais.

TORCIDA ORGANIZADA 

TRAGÉDIA ANUNCIADA



Um homem morreu após ser espancado e apedrejado por torcedores durante briga de torcidas organizadas do Flamengo e Botafogo em Bento Ribeiro, na Zona Norte do Rio, na manhã deste sábado. O crime ocorreu na Rua Bacopa. A vítima, identificada pela Polícia Civil como Thiago da Silva França, tinha 31 anos e era torcedor alvinegro. A equipe da Delegacia de Homícidio foi até o local para realizar perícia. Segundo a polícia, os torcedores usaram uma pedra para matar o homem.

Justiça determina extinção de torcidas organizadas de Ceará e Fortaleza
Em decisão proferida na última quarta-feira, 1, mas divulgada nesta sexta-feira, 3, a juíza Antônia Dilce Rodrigues Feijão, titular da 36ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza, julgou procedente o pedido do Ministério Público do Ceará (MP-CE) que pede a extinção de três torcidas organizadas do Estado, sendo duas torcidas ligadas ao Fortaleza e uma ao Ceará.

Antônia Dilce determinou dissolvimento da Torcida Uniformizada do Fortaleza (TUF) e Torcida Jovem Garra Tricolor (JGT), do Fortaleza, além da Torcida Organizada Cearamor (TOC), do Ceará. A juíza é a mesma que já havia acatado a ação do Ministério Público que proibiu a entrada de organizadas nos estádios



23.06.2016

"O Clube Atlético Paranaense, por suas mesas diretoras do Conselho Administrativo e Deliberativo, vem a público manifestar seu posicionamento pela extinção das torcidas organizadas, a começar dentro de seu próprio patrimônio, no Estádio Joaquim Américo Guimarães.

As torcidas organizadas foram concebidas como agrupamento de torcedores que se reuniam com um único propósito: torcer pacificamente pelo seu time do coração e manifestar tão somente sua paixão nos estádios de futebol. E hoje, o que temos?!

Temos torcidas organizadas que precipuamente utilizam o pretexto de torcida para criar tumultos, pânico, violência e incitar o ódio entre semelhantes através de seus cânticos. O Clube é apenas um subterfúgio para justificar licitamente sua existência.

Atualmente, as torcidas organizadas existem para explorar economicamente símbolos, imagens e tradição do Clube. São seus verdadeiros concorrentes no mercado. Para essas torcidas, mais importante do que estar presente no estádio torcendo pelo Furacão é hastear faixas e bandeiras próprias e vestir suas camisas, com a única finalidade de expor a sua marca. Vestir a camisa do CAP, não satisfaz.

É fácil constatar. Recentemente, a Diretoria proibiu inicialmente o acesso de adereços das organizadas e, após diversas justificativas de que o estádio estava ficando uma "geladeira", autorizou, como medida de exceção, a utilização das baterias. Não foi o suficiente. Hoje a torcida mantém "protesto", agora pela liberação das tão importantes faixas, camisas e bandeiras próprias.

Ora, mais uma vez fica evidenciado que torcer pelo Atlético é mero pretexto.

Nosso Clube (hoje líder no ranking de punições por mau comportamento) e o futebol brasileiro já suportaram demais os prejuízos causados por estas instituições piratas, com a morte de inocentes, espancamentos, rixas, perda de mandos de campo, portões fechados, o esvaziamento dos estádios pelas famílias, proibição da venda de bebidas etc."


Polícia pede ao Ministério Público  extinção da torcida Esporão do Galo


"A Polícia Militar do Piauí encaminhou ao Ministério Público Estadual ofício pedindo a extinção da maior torcida organizada do River, a Esporão do Galo. A informação é do coronel Paulo de Tarso, em entrevista ao Jornal do Piauí, nesta segunda-feira (20). O coronel explica que o documento enviado ao MPE é embasado nos recorrentes casos de violência praticados dentro e fora dos estádios pela torcida. O último episódio ocorreu no estádio Albertão, durante partida entre o Remo (PA) e o time piauiense, no dia 5 de junho. Na ocasião, os policiais contam que foram atacados com pedras e rojões por alguns integrantes da Esporão. “Estamos acompanhando a Esporão do Galo há muito tempo e percebendo que a situação está se agravando. No dia do jogo River e Remo foi o estopim, uma situação gravíssima. Fizemos a comunicação ao MP para que sejam tomadas as devidas providências que estão previstas no Estatuto do Torcedor, como por exemplo, a proibição da presença da Esporão do Galo nos jogos ou até mesmo o fim dela. A PM não é inimiga de ninguém, mas isso precisa ser resolvido”, frisa o coronel Paulo de Tarso."(cidadeverde.com/20.06.16)