domingo, 31 de julho de 2016

DECISÃO JUDICIAL

NEGADA INDENIZAÇÃO A POLICIAIS IMPEDIDOS DE ENTRAR ARMADOS EM CLUBE

A 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo negou pedido de indenização proposto por dois policiais militares contra um clube da cidade de Santos. Os autores alegaram que foram vítimas de dano moral por terem sido impedidos de entrar armados em uma festa do estabelecimento. Argumentaram que, por serem policiais, têm prerrogativa legal para portarem arma, mesmo fora do horário de serviço. 

Para o relator do recurso, desembargador Galdino Toledo Júnior, não foi demonstrado no processo que seguranças do clube atuaram de forma discriminatória, vexatória ou contrária à dignidade dos autores ao lhes impedirem o acesso. “Mero inconveniente ou aborrecimento que não tem o condão de causar prejuízo aos direitos da personalidade ou mesmo de repercussão negativa no âmbito social ou profissional”, afirmou em seu voto. 

O magistrado também destacou que um estabelecimento particular “tem o direito de instituir suas próprias regras internas, sobretudo no que diz respeito à segurança local”, o que não caracteriza ofensa ao decreto que dispõe sobre o porte de armas a policiais. Testemunhas indicaram, ainda, que foi oferecido aos autores a opção de guardarem as armas em local seguro, para a liberação da entrada. 

Os desembargadores Alexandre Lazzarini e Mauro Conti Machado participaram do julgamento do recurso, que teve votação unânime.

Fonte: http://www.tjsp.jus.br/

sexta-feira, 29 de julho de 2016

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Trump: você está vivendo numa bolha, onde você e seus amigos vivem convencidos de que o povo americano não vai eleger um idiota como presidente

Amigo:

Sinto muito por ser o portador de más notícias, mas fui direto com vocês no ano passado quando disse que Donald Trump seria o candidato republicano à Presidência.

E agora trago notícias ainda mais terríveis e deprimentes: Donald J. Trump vai ganhar a eleição de novembro.

Esse palhaço desprezível, ignorante e perigoso, esse sociopata será o próximo presidente dos Estados Unidos. Presidente Trump. Pode começar a treinar, porque você vai dizer essas palavras pelos próximos quatro anos: “Presidente Trump”.

Nunca na minha vida quis estar tão errado como agora.

Vejo o que você está fazendo agora. Está sacudindo a cabeça loucamente – “Não, Mike, isso não vai acontecer!”. Infelizmente, você está vivendo numa bolha anexa a uma câmara de eco, onde você e seus amigos vivem convencidos de que o povo americano não vai eleger um idiota como presidente.

Você alterna entre o choque e a risada por causa dos últimos comentários malucos que ele fez, ou então por causa do narcisismo vergonhoso de Trump em relação a tudo, afinal de contas tudo tem a ver com ele.

E aí você ouve Hillary e enxerga a primeira mulher presidente, respeitada pelo mundo, inteligente, preocupada com as crianças, alguém que vai continuar o legado de Obama porque isso é obviamente o que o povo americano quer! Sim! Outros quatro anos disso!

Você tem de sair dessa bolha imediatamente. Precisa parar de viver em negação e encarar a verdade que sabe que é muito, muito real.

Tentar se acalmar com fatos – “77% do eleitorado é composto por mulheres, negros, jovens adultos de menos de 35 anos; Trump não tem como ganhar a maioria dos votos de nenhum desses grupos!” – ou com a lógica – “as pessoas não vão votar num bufão, ou contra seus próprios interesses!” – é a maneira que seu cérebro encontra para te proteger do trauma.

Como quando você ouve um estampido na rua e pensa “foi um pneu que estourou” ou “quem está soltando fogos?”, porque não quer pensar que acabou de ouvir alguém sendo baleado.

É a mesma razão pela qual todas as primeiras notícias e relatos de testemunhas sobre o 11 de setembro diziam que “um avião pequeno se chocou acidentalmente contra o World Trade Center”.

Queremos – precisamos – esperar pelo melhor porque, honestamente, a vida já é uma merda, e é difícil sobreviver mês a mês. Não temos como aguentar mais notícias ruins.

Então nosso estado mental entra no automático quando alguma coisa assustadora está realmente acontecendo. As primeiras pessoas atingidas pelo caminhão em Nice passaram seus últimos momentos na Terra acenando para o motorista; elas acreditavam que ele tinha simplesmente perdido o controle e subido na calçada. “Cuidado!”, elas gritaram. “Tem gente na calçada!”

Bem, pessoal, não se trata de um acidente. Está acontecendo. E, se você acredita que Hillary Clinton vai derrotar Trump com fatos e inteligência e lógica, obviamente passou batido pelo último ano e pelas primárias, em que 16 candidatos republicanos tentaram de tudo, mas nada foi capaz de parar essa força irresistível.

Hoje, do jeito que as coisas estão, acho que vai acontecer – e, para lidar com isso, primeiro preciso que você aceite a realidade e depois talvez, só talvez, a gente encontre uma saída para essa encrenca.

Não me entenda mal. Tenho grandes esperanças em relação ao meu país. As coisas estão melhores. A esquerda ganhou a guerra cultural. Gays e lésbicas podem se casar.

A maioria dos americanos têm uma posição liberal em relação a quase todas as questões: salários iguais para as mulheres; aborto legalizado; leis mais duras em defesa do meio ambiente; mais controle de armas; legalização da maconha. Uma enorme mudança aconteceu – basta perguntar ao socialista que ganhou as primárias em 22 Estados.

E não tenho dúvidas de que, se as pessoas pudessem votar do sofá de casa pelo Xbox ou Playstation, Hillary ganharia de lavada.

Mas as coisas não funcionam assim nos Estados Unidos. As pessoas têm de sair de casa e pegar fila para votar. E, se moram em bairros pobres, negros ou hispânicos, não só enfrentam filas maiores como têm de superar todo tipo de obstáculo para votar.

Então, na maioria das eleições é difícil conseguir que pelo menos metade dos eleitores compareça às urnas.

E aí está o problema de novembro — quem vai ter os eleitores mais motivados e mais inspirados? Você sabe a resposta. Quem é o candidato com os apoiadores mais ferozes?

Cujos fãs vão estar na rua das 5h até a hora do fechamento da última urna, garantindo que todo Tom, Dick e Harry (e Bob e Joe e Billy Joe e Billy Bob Joe) tenham votado? Isso mesmo.

Este é o perigo que estamos correndo. E não se iluda. Não importa quantos anúncios de TV Hillary fizer, quão melhor ela se portar nos debates, quantos votos os libertários roubarem de Trump — nada disso vai ser capaz de detê-lo.

Você precisa parar de viver em negação e encarar a verdade que sabe que é muito, muito real. Eis as 5 razões pelas quais Trump vai ganhar:

1. A matemática do Meio-Oeste, ou bem-vindo ao Brexit do Cinturão Industrial.


Acredito que Trump vá concentrar muito da sua atenção em quatro Estados tradicionalmente democratas do cinturão industrial dos Grandes Lagos — Michigan, Ohio, Pensilvânia e Wisconsin.

Estes quatro Estados elegeram governadores republicanos desde 2010 (só a Pensilvânia finalmente elegeu um democrata). Nas primárias de Michigan, em março, mais eleitores votaram nos republicanos (1,32 milhão) que nos democratas (1,19 milhão).

Trump está na frente de Hillary nas últimas pesquisas na Pensilvânia e empatado com ela em Ohio. Empatado? Como a disputa pode estar tão apertada depois de tudo o que Trump tem dito?

Bem, talvez porque ele tenha dito (corretamente) que o apoio de Clinton ao Nafta (acordo de livre comércio da América do Norte) ajudou a destruir os Estados industriais do Meio-Oeste.

Trump vai bater em Clinton neste tema, e também no tema da Parceria Trans-Pacífica (TPP) e outras políticas comerciais que ferraram as populações desses quatro Estados.

Quando Trump falou à sombra de uma fábrica da Ford durante as primárias de Michigan, ele ameaçou a empresa: se eles realmente fossem adiante com o plano de fechar aquela fábrica e mandá-la para o México, ele imporia uma tarifa de 35% sobre qualquer carro produzido no México e exportado de volta para os Estados Unidos.

Foi música para os ouvidos dos trabalhadores de Michigan. Quando ele ameaçou a Apple da mesma maneira, dizendo que vai forçar a empresa a parar de produzir seus iPhones na China e trazer as fábricas para solo americano, os corações se derreteram, e Trump saiu de cena com uma vitória que deveria ser de John Kasich, governador do vizinho Estado de Ohio.

De Green Bay a Pittsburgh, isso, meus amigos, é o meio da Inglaterra: quebrado, deprimido, lutando. As chaminés são a carcaça do que costumávamos chamar de classe média.

Trabalhadores nervosos e amargurados, que ouviram mentiras de Ronald Reagan e foram abandonados pelos democratas.

Estes últimos ainda tentam falar as coisas certas, mas na verdade estão mais interessados em ouvir os lobistas do Goldman Sachs, que na saída vão deixar um cheque de gordas contribuições.

O que aconteceu no Reino Unido com a Brexit vai acontecer aqui. Elmer Gantry é o nosso Boris Johnson e diz a merda que for necessária para convencer a massa de que essa é a sua chance! Vamos mostrar para TODOS eles, todos os que destruíram o Sonho Americano!

E agora o Forasteiro, Donald Trump, chegou para dar um jeito em tudo! Você não precisa concordar com ele! Você nem precisa gostar dele!

Ele é seu coquetel molotov pessoal para ser arremessado na cara dos filhos da mãe que fizeram isso com você! DÊ O RECADO! TRUMP É SEU MENSAGEIRO!

E aqui entra a matemática. Em 2012, Mitt Romney perdeu por 64 votos no colégio eleitoral. Some os votos de Michigan, Ohio, Pensilvânia e Wisconsin.

A conta dá 64. Tudo o que Trump precisa para vencer é levar os Estados tradicionalmente republicanos de Idaho à Geórgia (Estados que jamais votarão em Hillary Clinton) e esses quatro do cinturão industrial.

Ele não precisa do Colorado ou da Virgínia. Só de Michigan, Ohio, Pensilvânia e Wisconsin. E isso será suficiente. É isso o que vai acontecer em novembro.

2. O último bastião do homem branco e nervoso.


Nosso domínio masculino de 240 anos sobre os Estados Unidos está chegando ao fim. Uma mulher está prestes a assumir o poder! Como isso aconteceu?!

Diante da nosso nariz! Havia sinais, mas os ignoramos. Nixon, o traidor do gênero, nos impôs a regra que disse que as meninas da escola têm de ter chances igual de jogar esportes.

Depois deixaram que elas pilotassem aviões de carreira. Quando mal percebemos, Beyoncé invadiu o campo no Super Bowl deste ano (nosso jogo!) com um exército de Mulheres Negras, punhos erguidos, declarando que nossa dominação estava terminada. Meu Deus!

Este é apenas um olhar de relance no que se passa na cabeça do Homem Branco Ameaçado. A sensação é que o poder se lhes escapou por entre as mãos, que sua maneira de fazer as coisas ficou antiquada.

Esse monstro, a “feminazi”, que, como diz Trump, “sangra pelos olhos ou por onde quer que sangre”, nos conquistou — e agora, depois de aturar oito anos de um negro nos dizendo o que fazer, temos de ficar quietos e aguentar oito anos ouvindo ordens de uma mulher?

Depois disso serão oito anos dos gays na Casa Branca! E aí os transgêneros! Você já entendeu onde isso vai parar. Os animais vão ter direitos humanos e uma porra de um hamster vai governar o país. Isso tem de acabar!

3. O problema Hillary.


Podemos falar sinceramente, só entre nós? E, antes disso, permita-me dizer que gosto de Hillary — muito — e acho que ela tem uma reputação que não merece.

Mas ela apoiou a guerra no Iraque, e depois disso prometi que jamais votaria nela de novo. Mantive essa promessa até hoje. Para evitar que um protofascista se torne nosso comandante-chefe, vou quebrar essa promessa.

Infelizmente acredito que Hillary vá dar um jeito de nos enfiar em algum tipo de ação militar. Ela está à direita de Obama. Mas o dedo do psicopata Trump vai estar No Botão, e isso é o suficiente. Voto em Hillary.

Vamos admitir: nosso maior problema aqui não é Trump — é Hillary. Ela é extremamente impopular — quase 70% dos eleitores a consideram pouco confiável e desonesta.

Ela representa a política de antigamente: faz de tudo para ser eleita. É por isso que ela é contra o casamento gay num momento e no outro está celebrando o matrimônio de dois homens.

As mulheres jovens são suas maiores detratoras, o que deve magoar, considerando os sacrifícios e batalhas que Hillary e outras mulheres da sua geração tiveram de enfrentar para que a geração atual não tivesse de ouvir as Barbara Bushes do mundo dizendo que elas têm de ficar quietas e bater um bolo.

Mas a garotada também não gosta dela, e não passa um dia sem que um millennial me diga que não vai votar em Hillary. Nenhum democrata, e seguramente nenhum independente, vai acordar em 8 de novembro para votar em Hillary com a mesma empolgação que votou em Obama ou em Bernie Sanders.

Não vejo o mesmo entusiasmo. Como essa eleição vai ser decidida por um único fator — quem vai conseguir arrastar mais gente pra fora de casa e para as seções eleitorais –, Trump é o favorito.

4. O eleitor deprimido de Sanders.


Pare de reclamar que os apoiadores de Bernie não vão votar em Clinton — eles vão votar! As pesquisas já mostram que um número maior de eleitores de Sanders vai votar em Hillary este ano do que o de eleitores de Hillary que votaram em Obama em 2008.

Não é esse o problema. O alarme de incêndio que deveria estar soando é que, embora o apoiador médio de Sanders vá se arrastar até as urnas para votar em Hillary, ele vai ser o chamado “eleitor deprimido” — ou seja, não vai trazer consigo outras cinco pessoas. Ele não vai trabalhar dez horas como voluntário no último mês da campanha.

Ele nunca vai se empolgar falando de Hillary. O eleitor deprimido. Porque, quando você é jovem, não tem tolerância nenhuma para enganadores ou embusteiros.

Voltar à era Clinton/Bush para eles é como ter de pagar para ouvir música ou usar o MySpace ou andar por aí com um celular gigante. Eles não vão votar em Trump; alguns vão votar em candidatos independentes, mas muitos vão ficar em casa.

Hillary Clinton vai ter de fazer alguma coisa para que eles tenham uma razão para apoiá-la — e escolher um velho branco sem sal como vice não é o tipo de decisão arriscada que diz para os millennials que seu voto é importante.

Duas mulheres na chapa — isso era uma ideia boa. Mas aí Hillary ficou com medo e decidiu optar pelo caminho mais seguro. É só mais um exemplo de como ela está matando o voto jovem.

5. O efeito Jesse Ventura.


Finalmente, não desconte a capacidade do eleitorado de ser brincalhão nem subestime quantos milhões de pessoas se consideram anarquistas enrustidos.

A cabine de votação é um dos últimos lugares remanescentes em que não há câmeras de segurança, escutas, mulheres, maridos, crianças, chefes, polícia.

Não tem nem sequer limite de tempo. Você pode demorar o tempo que for para votar, e ninguém pode fazer nada. Você pode votar no partido, ou pode escrever Mickey Mouse e Pato Donald.

Não há regras, E, por isso, a raiva que muitos sentem pelo sistema político falido vai se traduzir em votos em Trump. Não porque as pessoas concordem necessariamente com ele, não porque gostem de sua intolerância ou de seu ego, mas só porque podem.

Só porque um voto em Trump significa chutar o pau da barraca. Assim como você se pergunta por um instante como seria se jogar das cataratas do Niágara, muita gente vai gostar de estar no papel de titereiro, votando em Trump só para ver o que acontece.

Lembra nos anos 1990, quando a população de Minnesota elegeu um lutador de luta livre para governador? Elas não o fizeram porque são burras ou porque Jesse Ventura é um estadista ou intelectual político.

Elas o fizeram porque podiam. Minnesota é um dos Estados mais inteligentes do país. Também está cheio de gente com um senso de humor distorcido — e votar em Ventura foi sua versão de uma pegadinha no sistema político. Vai acontecer o mesmo com Trump.

Voltando para o hotel depois de participar de um programa da HBO sobre a convenção republicana, um homem me parou. “Mike”, ele disse, “temos de votar em Trump. TEMOS que dar uma chacoalhada as coisas”.

Foi isso. Era o suficiente para ele. “Dar uma chacoalhada nas coisas”. O presidente Trump certamente faria isso, e uma boa parcela do eleitorado gostaria de sentar na plateia e assistir o show.

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Michael Moore é americano e diretor vencedor do Emmy e do Oscar.

* Este artigo foi originalmente publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês, por Exame.

Fonte: BlogdoJJ

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Documentário “Sarah Menezes do Brasil”


Dirigido pelo jornalista Joelson Giordani, o documentário passará pela conquista do ouro olímpico em Londres e mostrará os quatro anos seguintes da judoca, entre seus altos e baixos. O filme terá aproximadamente 50 minutos de duração, com entrevistas com medalhistas olímpicos e campeões mundiais. Atletas da seleção brasileira, como Tiago Camilo e Érika Miranda, falam sobre a judoca piauiense.

A TV Cidade Verde vai mostrar também como Sarah Menezes é vista em outros países, a projeção internacional que seu nome alcançou. Técnicos de Estados Unidos e Rússia, por exemplo, enaltecem a judoca, procurada até pela imprensa do Japão, berço do judô.

“Sarah Menezes do Brasil” será exibido exatos quatro anos depois do ouro olímpico. No dia 28 de julho de 2012, a piauiense entrava para a história do esporte. Na próxima quinta-feira, 28 de julho de 2016, a TV Cidade Verde mostra como essa história continua

sábado, 23 de julho de 2016

A quem puder oriente

PIPAS  devem ser empinadas 
com segurança, 
sem o uso de cerol 
e longe de redes elétricas


Com a chegada das férias escolares do mês de Julho, é importante lembrar os cuidados para prevenção de acidentes com pipas e assim deixar a brincadeira muito mais segura:

Não se deve soltar pipas em dias de chuva, principalmente se houver relâmpagos.
Deve se evitar brincar perto de antenas, fios telefônicos ou cabos elétricos. Fios que conduzem eletricidade são muito perigosos porque o contato com a linha pode causar um curto circuito e transformá-la em condutor elétrico, trazendo danos tanto para a rede elétrica quanto para a pessoa que está brincando. Jamais utilizar linha metálica, como fio de cobre, de bobinas ou com cerol.
Ter cuidado com ruas e lugares movimentados, principalmente quando andar para trás, pois pode ocorrer queda em buracos ou abalroamento com carros em trânsito.
Dispensar atenção especial aos motociclistas e ciclistas - a linha pode ser perigosa para eles.

Nada de LINHA CHILENA


Além da linha comum, de fabricação de algodão, utilizada na brincadeira, ainda há a Linha Chilena, que é feita de um material mais resistente e por este motivo é mais perigosa. “Essa linha é de alta resistência para dificultar a perda da pipa diferentemente da linha de algodão. A venda desse material é proibida.  
O acidentes e prejuízos que o executivo municipal tem sancionado leis proibindo o uso, comercialização, distribuição, produção de cerol e produtos similares, no município na intenção de evitar acidentes provocados por linhas de pipas com uso do cerol utilizada com o objetivo de cortar a linha de outra pipa, visto que acidentes relacionados com o produto são comuns de ocorrerem onde existe a prática. Outro problema ocorre em relação as ocorrências de interrupção do fornecimento de energia em função de pipas nas redes elétricas, POR ISSO A PROIBIÇÃO.



PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA 

Lei Nº 4.700 de 2015

DISPÕE SOBRE A PROIBIÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE LINHAS CORTANTES COM CEROL OU ASSEMELHADAS EM VIAS OU LOGRADOUROS PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE TERESINA, PELO USUÁRIO QUE MANUSEIE “PIPAS OU PAPAGAIOS” COM A FINALIDADE RECREATIVA OU PUBLICITÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.


O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí Faço saber que a Câmara Municipal de Teresina aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Esta lei proíbe a utilização de linhas cortantes com cerol ou assemelhadas em vias ou logradouros públicos do Município de Teresina, pelo usuário que manuseie “pipas ou papagaios” com a finalidade recreativa ou publicitária, considerando-se os seguintes conceitos:

I – linha cortante com cerol ou assemelhada é a mistura de pó de vidro, ou material análogo (moído ou triturado), com adição de cola de madeira, ou outra substância glutinosa, passada na linha para empinar “pipa ou papagaio”;
II – “pipa ou papagaio” são os utensílios em armação feita de varetas de taquara, bambu ou outro material com a configuração de estrelas, circunferências e outros, contendo uma extensão de pano ou outro produto na parte inferior, que serve para dar equilíbrio quando lançado ao ar, onde se mantém por ação do usuário e do vento;
III – usuário é a pessoa em terra que manuseia a “pipa ou papagaio” da extremidade contrária, através de linhas cortantes com cerol ou assemelhadas, dando-lhe altura e movimentação.

Art. 2º Caberá aos agentes de fiscalização do município, e aos da guarda municipal quando implantada, o zelo pelo fiel cumprimento desta norma, mediante ações fiscalizadoras e administrativas, com apoio con¬corrente dos integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, através de ações preventivas e repressivas.

Art. 3º O usuário infrator estará sujeito à penalidade do pagamento de multa à municipalidade e apreensão e destruição do conjunto de material, compreendendo a “pipa ou papagaio” e a linha cortante de cerol ou assemelhada, face ao potencial de ameaça à população.
Parágrafo único. Quando a infração for cometida por usuário menor de idade, serão responsabilizados pelos seus atos infracionais os pais ou o responsável legal.

Art. 4º O potencial de ameaça de que trata o dispositivo anterior, deverá ser enquadrado pela autoridade competente como infração de natureza gravíssima ou de natureza grave, conforme o local e o momento da prática do ato infracional, assim definida:

I – infração de natureza gravíssima: quando ocorrer a utilização de linhas cortantes com cerol ou assemelhadas em “pipas ou papagaios” nas áreas com trânsito intenso de pedestres e veículos, na distância de até 200m das escolas, dos hospitais, das instalações públicas, das redes expostas de eletricidade e de telecomunicação;
II – infração de natureza grave: quando ocorrer a utilização de linhas cortantes com cerol ou assemelhadas em “pipas ou papagaios” nas demais áreas e logradouros públicos do município;

Art. 5º A penalidade, de que trata o caput do art. 3º desta Lei, deverá ser imposta ao infrator na lavratura da ocorrência, ou ao seu representante legal, pelas autoridades dos órgãos competentes, considerando o grau de ameaça a que estiver sujeita a comunidade, através dos seguintes procedimentos:
I – multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) por cada conjunto de material apreendido, quando a infração for considerada de natureza grave;
II – multa de R$ 1.000,00 (mil reais) por cada conjunto de material apreendido, quando a infração for considerada de natureza gravíssima;
III – a multa será aplicada em dobro na reincidência do infrator, constatada oficialmente.
§ 1º A correção monetária dos valores constantes nos incisos I e II deste artigo deverá ser por índice oficial do município, conforme dispuser o regulamento.
§ 2º A linha cortante com cerol ou assemelhada apreendida deverá ser incinerada, em local apropriado, tão logo sejam conclusos todos os atos formais do processo.
§ 3º A aplicação das penalidades deste dispositivo não exime o infrator das respectivas responsabilidades civil e penal, no caso de se registrarem, com o uso de linhas cortantes com cerol ou assemelhado, danos a pessoa física, ao patrimônio público ou à propriedade privada.

Art. 6º A arrecadação da multa será regulamentada pelo Poder Executivo, se necessário, devendo o seu produto ser obrigatoriamente recolhido ao Fundo Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência FMDPD.

Art. 7º A presente Lei será regulamentada pelo Poder Executivo, no que couber.

Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 9º Revogam-se as disposições em contrário, em especial a Lei Municipal nº 2.330, de 24 de 
agosto de 1994.

DESTINO: ILHA DO MOSQUEIRO, o paraíso das praias doces

São mais de 30 quilômetros de areia banhada pelo rio num colar de 22 praias. Em momentos de preamar, principalmente quando os ventos estão fortes, as águas doces ficam bravas e formavam ondas típicas de praias oceânicas, na maioria delas é quase impossível avistar a outra margem. O fascínio [dos turistas] era tanto que algumas pessoas chegavam a provar a água para se certificarem da ausência do sal - não acreditavam que se tratava de praia de rio”- Eduardo Bradão.
A ilha de Mosqueiro, distrito de Belém que fica a 72 km do centro da capital, é um dos destinos mais procurados pelos veranistas durante as férias escolares. A expectativa é que meio milhão de pessoas lotem as praias da ilha no mês de julho.


II Fórum Acadêmico de Segurança Pública


O Curso de Especialização em “Cidadania, Direitos Humanos e Gestão da Segurança Pública” latu sensu, na modalidade presencial, resulta de uma parceria entre a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP/MJ) e a Universidade Federal do Maranhão, como ação integrante da Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (RENAESP)e se destina ao desenvolvimento e aprimoramento acadêmico dos profissionais de Segurança Pública e representantes da comunidade que aspiram atuar nesta área. Pretende qualificar pessoas em uma perspectiva humanista, democrática, valendo-se do olhar multidisciplinar (antropológico e sociológico, histórico e filosófico), em particular, de respeito e atenção às condições de desenvolvimento humano e social encontradas no Estado do Maranhão, dando uma nova perspectiva de ação para os profissionais da área de segurança pública do estado.

O Fórum Acadêmico de Segurança Pública, este ano em sua segunda edição, reúne conferencistas de várias localidades do país, com expressiva atuação acadêmica e profissional nas temáticas propostas, propiciando aos alunos e ex-alunos da pós graduação, da graduação, professores, profissionais e autoridades locais, especialmente do Sistema de Segurança Pública, uma importante oportunidade de sociabilizar e discutir os mais relevantes e atuais temas e experiências da área, resultando em uma rica interação e produção de conhecimentos no ambiente acadêmico. Além das palestras, oficinas temáticas e realização de encontros com segmentos específicos e representantes das áreas governamental e não governamental, sociedade civil organizada e demais convidados, teremos a oportunidade, no evento, de realizar dois painéis de exposição de trabalhos acadêmicos, quando os alunos concludentes do curso de Especialização apresentarão os artigos produzidos nos TCCs e debaterão a experiência de realizar a Especialização para suas vidas pessoais e profissionais.

O verdadeiro papel da Universidade Federal do Maranhão é construir um espaço multidisciplinar e plural nas ações de ensino, pesquisa e extensão e, é nesse propósito que o presente o Programa de Pós-Graduação em Gestão da Segurança Pública da UFMA se consolida, com a perspectiva de aproximar a missão da universidade com a melhor qualificação dos profissionais que atuam no âmbito da Segurança Pública, através do uso da ferramenta essencial do estudo dos Direitos Humanos e Cidadania.

Profª Drª Rosângela Guimarães Rosa
Coordenadora do Curso de Esp. em Cidadania, Direitos Humanos e Gestão da Segurança Pública
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sexta-feira, 22 de julho de 2016

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RECADINHO DO CORAÇÃO

Caro "colega" de trabalho, você que perde seu tempo avisando aos demais colegas acerca do meu comportamento, segundo você desequilibrado, digo que está desperdiçando seu nada precioso tempo. Primeiro, porque sua atitude só faz de você um perfeito imbecil que não contribui em nada para valorização da categoria, pelo contrário, de diminuto valor, você é dessas pessoas que serve muito pouco e não agrega valor algum a Instituição que serve (coitada dela se só de ti dependesse!), pois o que você repete de ouvir dizer, se comportando como um papagaio, não é verdade, visto que o que você chama de desequilíbrio eu chamo coragem. Sabe o que é isso ?! Sabe não ! Se soubesse não agiria assim, na covardia, falando do que não sabe e sem fazer qualquer esforço para saber porque o que prefere mesmo é multiplicar no seio da categoria o desvalor que lhe é acrescido em virtude de comportamentos, inclusive, dessa natureza. Pobre categoria !!! Aos escrivães e investigadores, aspirantes ao cargo de delegado, digo também, deixem de serem idiotas, e entendam de uma vez por todas que ainda não o são e que talvez jamais sejam, e aceitem que enquanto integrarem o cargo que exercem devem fazê-lo com excelência, principalmente de caráter, devendo agir com respeito em relação aos seus pares, evitando apontar qualidades negativas dos colegas que nem mesmo conhecem. Não reproduzam fatos dos quais não saibam da real existência. Essa prática devemos abolir do nosso cotidiano, pois se queremos edificar uma escala de valor crescente para nossa categoria devemos começar nos respeitando, tratando com dignidade nossas relações pessoais no ambiente de trabalho, esteja nosso próximo perto ou longe. Isso melhorará e muito nossa imagem, principalmente entre nós mesmos. Como primeiro passo talvez seja este o mais difícil. E acreditem, a partir disso nos sentiremos mais dignos, também mais fortes porque mais crentes estaremos do que juntos podemos alcançar. Quanto a mim, nada surpresa, mas ainda sentida com tão absurda opinião, só peço a quem a carapuça couber que reflita e mude.

O desabafo faço na solidão da madrugada de um plantão na Central e na esperança de que não tardemos a sentir o nosso verdadeiro valor, que não passa unicamente pelas cifras a mais que continuamos querendo sem luta conquistar. De graça, nada vem !!!         

22.07.16, às 02h45min
CFTimon/MA

Mais um anjo no céu !


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Um pequeno relato na manhã de ontem, 21.07, me chamou a atenção. Fatos como esse levamos para sempre na memória. Em completo desespero, castigado pela profunda dor da perda do seu filho de oito anos, morto depois de cair do muro onde empinava pipa, esclareceu o pai durante um boletim de ocorrência: "ele é meu filho adotivo, meu filho amado, depois da separação brigamos muito pela guarda dele; hoje, seria a audiência na justiça para decidirmos definitivamente com quem ele ficaria, eu já havia concordado dele ficar com a mãe". Ainda que não seja nossa, essa é uma dor que nos ajuda a refletir acerca dos sentimentos que alimentamos e das ações praticadas dia-a-dia. Alimentemos bons sentimentos, pratiquemos as melhores ações.

sábado, 16 de julho de 2016

CLÁSSICO CORINTHIANS X SÃO PAULO TERÁ JUIZADO DO TORCEDOR


O Tribunal de Justiça estará presente no clássico paulista entre Corinthians e São Paulo para garantir os direitos dos espectadores. A partida, válida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, acontecerá amanhã (17/07) na Arena Corinthians, às 16 horas. O evento contará com o serviço do Juizado Especial do Torcedor, criado pelo TJSP em parceria com o Ministério dos Esportes e apoio da Federação Paulista de Futebol.
O Juizado recebe reclamações referentes ao não cumprimento dos direitos previstos no Estatuto de Defesa do Torcedor, como atuação de cambistas, queixas sobre ingressos falsos, falta de lugares nos estádios e brigas, dentre outros. 

No local podem ser feitas rápidas audiências relacionadas a infrações penais de menor potencial ofensivo que acontecem durante as partidas, buscando acordos e evitando a propositura de ações judiciais.

TORCIDA ORGANIZADA 

TRAGÉDIA ANUNCIADA



Um homem morreu após ser espancado e apedrejado por torcedores durante briga de torcidas organizadas do Flamengo e Botafogo em Bento Ribeiro, na Zona Norte do Rio, na manhã deste sábado. O crime ocorreu na Rua Bacopa. A vítima, identificada pela Polícia Civil como Thiago da Silva França, tinha 31 anos e era torcedor alvinegro. A equipe da Delegacia de Homícidio foi até o local para realizar perícia. Segundo a polícia, os torcedores usaram uma pedra para matar o homem.

Justiça determina extinção de torcidas organizadas de Ceará e Fortaleza
Em decisão proferida na última quarta-feira, 1, mas divulgada nesta sexta-feira, 3, a juíza Antônia Dilce Rodrigues Feijão, titular da 36ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza, julgou procedente o pedido do Ministério Público do Ceará (MP-CE) que pede a extinção de três torcidas organizadas do Estado, sendo duas torcidas ligadas ao Fortaleza e uma ao Ceará.

Antônia Dilce determinou dissolvimento da Torcida Uniformizada do Fortaleza (TUF) e Torcida Jovem Garra Tricolor (JGT), do Fortaleza, além da Torcida Organizada Cearamor (TOC), do Ceará. A juíza é a mesma que já havia acatado a ação do Ministério Público que proibiu a entrada de organizadas nos estádios



23.06.2016

"O Clube Atlético Paranaense, por suas mesas diretoras do Conselho Administrativo e Deliberativo, vem a público manifestar seu posicionamento pela extinção das torcidas organizadas, a começar dentro de seu próprio patrimônio, no Estádio Joaquim Américo Guimarães.

As torcidas organizadas foram concebidas como agrupamento de torcedores que se reuniam com um único propósito: torcer pacificamente pelo seu time do coração e manifestar tão somente sua paixão nos estádios de futebol. E hoje, o que temos?!

Temos torcidas organizadas que precipuamente utilizam o pretexto de torcida para criar tumultos, pânico, violência e incitar o ódio entre semelhantes através de seus cânticos. O Clube é apenas um subterfúgio para justificar licitamente sua existência.

Atualmente, as torcidas organizadas existem para explorar economicamente símbolos, imagens e tradição do Clube. São seus verdadeiros concorrentes no mercado. Para essas torcidas, mais importante do que estar presente no estádio torcendo pelo Furacão é hastear faixas e bandeiras próprias e vestir suas camisas, com a única finalidade de expor a sua marca. Vestir a camisa do CAP, não satisfaz.

É fácil constatar. Recentemente, a Diretoria proibiu inicialmente o acesso de adereços das organizadas e, após diversas justificativas de que o estádio estava ficando uma "geladeira", autorizou, como medida de exceção, a utilização das baterias. Não foi o suficiente. Hoje a torcida mantém "protesto", agora pela liberação das tão importantes faixas, camisas e bandeiras próprias.

Ora, mais uma vez fica evidenciado que torcer pelo Atlético é mero pretexto.

Nosso Clube (hoje líder no ranking de punições por mau comportamento) e o futebol brasileiro já suportaram demais os prejuízos causados por estas instituições piratas, com a morte de inocentes, espancamentos, rixas, perda de mandos de campo, portões fechados, o esvaziamento dos estádios pelas famílias, proibição da venda de bebidas etc."


Polícia pede ao Ministério Público  extinção da torcida Esporão do Galo


"A Polícia Militar do Piauí encaminhou ao Ministério Público Estadual ofício pedindo a extinção da maior torcida organizada do River, a Esporão do Galo. A informação é do coronel Paulo de Tarso, em entrevista ao Jornal do Piauí, nesta segunda-feira (20). O coronel explica que o documento enviado ao MPE é embasado nos recorrentes casos de violência praticados dentro e fora dos estádios pela torcida. O último episódio ocorreu no estádio Albertão, durante partida entre o Remo (PA) e o time piauiense, no dia 5 de junho. Na ocasião, os policiais contam que foram atacados com pedras e rojões por alguns integrantes da Esporão. “Estamos acompanhando a Esporão do Galo há muito tempo e percebendo que a situação está se agravando. No dia do jogo River e Remo foi o estopim, uma situação gravíssima. Fizemos a comunicação ao MP para que sejam tomadas as devidas providências que estão previstas no Estatuto do Torcedor, como por exemplo, a proibição da presença da Esporão do Galo nos jogos ou até mesmo o fim dela. A PM não é inimiga de ninguém, mas isso precisa ser resolvido”, frisa o coronel Paulo de Tarso."(cidadeverde.com/20.06.16)