sábado, 12 de julho de 2014

Operação da Seic desarticula quadrilha de hackers em Imperatriz



IMPERATRIZ(MA) - Uma operação deflagrada por investigadores do Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos (DCCT), ligado à Superintendência Estadual de Investigações Criminais, nesta sexta-feira (11), resultou na prisão de sete pessoas envolvidas no esquema de fraude virtual, e no cumprimento de dois mandados de busca e apreensão, na cidade de Imperatriz.

Del. Odilardo Muniz
Segundo a polícia, foram detidos Arnaldo Pereira da Silva, o “Litro”, 26 anos; Wesley Sousa da Silva, conhecido como “Pingo”, 23 anos; Daniel Sousa da Silva, de 20 anos; Gil Gomes de Sousa Neto, vulgo “Kevin”, 25 anos; Maycon Dionatan Marques Sousa, 36 anos; Francisco Fernandes Sousa, o “Chicão” 30 anos; Thamires Laira Rodrigues, 19 anos, Letícia Vieira Ribeiro, 23 anos, todos integrantes da quadrilha de hackers.

De acordo com o delegado titular do DCCT, Odilardo Muniz, as ordens judiciais expedidas pela Comarca de Imperatriz, foram cumpridas em residências alugadas, na Rua C, no bairro Boca da Mata e na Rua 7 de Setembro, no bairro Bacuri, onde a quadrilha agia roubando senhas de contas bancárias.

“As investigações já estavam sendo realizadas há quase um ano pela SEIC, pois a quadrilha agia há, pelo menos, sete anos. Nesse tempo, lesaram diversos clientes de instituições financeiras através da internet. A quantia desviada está sendo levantada pela polícia”, informou o delegado.

Os policiais civis conseguiram chegar ao local das práticas ilícitas pela identificação do IP(Internet Protocol) de um dos computadores que roubavam os dados das vítimas.

Na operação, os investigadores apreenderam o equivalente a cinco mil reais em barras de ouro; vários aparelhos celulares; aeromodelos; televisores de 51 e 55 polegadas; vários notebooks; cartões bancários; pen drives, além de HD’s externos, com dados de pessoas que seriam vítimas das fraudes.

A quadrilha foi encaminhada para a Delegacia Regional de Imperatriz, onde foi autuada pelos crimes de furto qualificado mediante fraude, interceptação telemática ilegal e violação de sigilo bancário. Após os procedimentos policiais, as sete pessoas foram recambiadas para a Unidade Prisional de Ressocialização da cidade

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