segunda-feira, 30 de junho de 2014

LÁ ... NO RIO DE JANEIRO!!!!

11/06/2014 - POR QUE OS DELEGADOS DECIDIRAM APOIAR OS AGENTES



Delegados de Polícia apoiam a valorização dos Agentes da PCERJ


VEJA AQUI



Fonte: http://www.sinpol.org.br/index2.php

Polícia identifica suspeito de atirar no estudante Ruan Pedreira durante jogo

HILTON BARBOSA - Chefe de investigação do 4ºDP 

TERESINA(PI) - O estudante de engenharia Ruan Pedreira, 21 anos, foi alvejado com um disparo de arma de fogo na cabeça no princípio de tumulto registrado em um bar no bairro Saci. Ele ia ao encontro de amigos que participavam da tradicional festa de comemoração realizada na praça das Palmeiras.

“Estivemos no local hoje conversando com as pessoas. Falamos com o dono do estabelecimento e com o chefe da segurança. Eles contaram que um rapaz entrou no bar com bebida e foi informado que isso não era permitido. Ele foi retirado do local e pouco tempo depois voltou com uma arma já, a princípio, ameaçando os seguranças”, conta o chefe de investigação do 4º DP, Hilton Barbosa.

De acordo com o apurado com as testemunhas, essa situação teria iniciado a troca de tiros. “Já temos a placa do carro que esse suspeito andava, que não vamos divulgar por questão de segurança e para não prejudicar as investigações”, revelou o agente da Polícia Civil do Piauí.

“O acusado andava em um carro, de cor prata, e estaria acompanhado de uma mulher loira. Os dois teriam menos de 30 anos. A bala que atingiu o rapaz, a princípio, seria de uma pistola 380, que não é privativa da polícia”, informa o chefe de investigação.

Hilton Barbosa informa que uma capsula de bala foi encontrada por um dos seguranças do espaço. O dono do estabelecimento informou que o profissional que estava de plantão no dia da troca de tiros deve entregar o artefato já nos próximos dias à polícia.

Rua Pedreira está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital da rede privada de Teresina. Ele está em coma induzido e respirando com ajuda de aparelhos. 


Noticia veiculada AQUI



Disque-Denúncia aumenta recompensa por traficante

Schumaker Antonácio do Rosário é considerado o chefe do tráfico de drogas de um bairro no Rio de Janeiro


O Portal dos Procurados do Disque-Denúncia aumentou para R$ 5 mil a recompensa a quem der informações que levem à prisão de Schumaker Antonácio do Rosário, chefe do tráfico de drogas do bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio.

A Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo está investigando a informação de que a morte do soldado da Polícia Militar, Dayvid Lopes Atanásio, de 25 anos, na noite da última quinta-feira (26), no bairro Jardim Catarina, faria parte de um plano de traficantes para matar policiais que moram na localidade.

Conhecido como "Bonde do Schumaker", o grupo é acusado não somente de tráfico de drogas, mas de cometer assaltos e diversos homicídios na região.

Ligado à facção criminosa Comando Vermelho, Schumaker está condenado por homicídio e assalto a mão armada a mais de 29 anos de prisão. O criminoso foi preso em agosto de 2003, por assalto. No dia 5 de outubro do ano passado, recebeu o benefício de cumprir o restante da pena no regime semiaberto. Porém, no dia 12 daquele mês, saiu e não voltou mais para o Instituto Penal Edgar Costa, onde cumpria pena. Atualmente, encontra-se na condição de foragido do sistema penitenciário.

Quem tiver alguma informação a respeito da localização de Schumaker Antonácio do Rosário e seu grupo, ligue para o Disque-Denúncia (21) 2253-1177 ou envie fotos, vídeos e mensagens de texto para o aplicativo WhatsApp do Portal dos Procurados (21) 96802-1650. O denunciante permanece no anonimato. Antes, o Disque-Denúncia oferecia recompensa de R$ 1 mil por informações.




Fonte: Agência Brasil

UMA SEMANA DE TRABALHO ABENÇOADA !


Polícia cumpre cinco mandados de prisão em Porto Franco no Maranhão

 
Uma operação conjunta das Polícias Civil e Militar resultou, nesta sexta feira (27), na apreensão de quatro adolescentes no município de Porto Franco, no Maranhão. Durante a ação, os policiais ainda cumpriram cinco mandados de prisão preventiva contra nas cidades de Porto Franco e Estreito. Todos são suspeitos de participar de um assassinato.

Segundo o delegado de Porto Franco, Antônio Pereira, as ordens judiciais foram expedidas dizem respeito ao crime de homicídio ocorrido no dia 4 de maio, em Porto Franco, e teve como vítima Célio Barbosa da Silva, de 32 anos.

Segundo o delegado, o crime teve como motivação uma desavença da vítima com um dos integrantes do grupo. “Na época, o crime chocou a população, pois eram vários contra um. Célio levou muitos golpes de faca, de cacos de garrafas, socos e pontapés”, afirmou Antônio Pereira. 

Os adolescentes e os cinco elementos foram encaminhados para a delegacia de Porto Franco. Os menores foram levados para o Centro de Juventude Canaã, no bairro do Vinhais, em São Luís. Já o grupo ficará na delegacia à disposição da Justiça.

http://g1.globo.com/ma/maranhao

Jovem diz que matou namorada a tiro ao posar para foto

VITÓRIA (ES) - Uma adolescente de 17 anos morreu após ser atingida por um tiro no peito, supostamente acidental, no bairro Jabour, em Vitória. O namorado da vítima, também de 17 anos, mostrava a arma do pai - que é cabo da Polícia Militar - quando houve o disparo. Khetilla da Silva Santos chegou a ser socorrida pelo namorado e levada para o hospital São Lucas, mas morreu assim que deu entrada na unidade. O incidente aconteceu na casa do adolescente, por volta das 19h30, de sábado (28). O casal estava junto há apenas 15 dias.

Em depoimento à polícia, o jovem contou que o casal se programava para ir a um aniversário de um parente dele e, enquanto se arrumava, começaram a conversar sobre o sonho do jovem, que é se tornar um policial, assim como o pai. Nesse momento, o adolescente foi até um cômodo que fica do lado de fora da casa dele, abriu a mala onde o pai guardava a arma - uma pistola 380 de uso particular - e foi mostrar à namorada.

Segundo o cabo da PM, de 42 anos, Khetilla pediu ao filho dele para os dois tirarem uma foto exibindo a arma. Quando o rapaz manuseava a pistola, a arma disparou atingindo a adolescente. De acordo com a polícia, o rapaz ainda teve o cuidado de tirar o carregador da pistola, porém, uma bala ainda ficou engatilhada na agulha da arma, que acabou disparando acidentalmente.

O casal estava na sala da casa. Pelas manchas de sangue e um buraco de bala encontrados no sofá, a polícia acredita que Khetilla estava sentada e o namorado em pé, mostrando a arma. Porém, essa informação não foi confirmada pelo joAo notar que a namorada foi baleada, o rapaz pegou a vítima no colo e correu para a rua pedindo ajuda. Um vizinho dele ajudou a socorrer Khetilla e a levou até o hospital. “Na ponte da passagem, ela deu um suspiro muito forte, ele entrou em desespero e seguimos. No São Lucas, o atendimento foi rápido. Depois de um tempo, um médico disse que a jovem havia morrido. Acredito que foi um acidente. O menino é exemplar e está super traumatizado. Eles estavam sozinhos dentro de casa e ele me pediu socorro. Ele falava que havia perdido a vida dele”, contou o ceramista José Carlos Barbosa.

O pai do rapaz garante que a arma estava bem guardada. “Estava trabalhando e deixei a arma particular, em casa, guardada. Meu filho pegou e foi tirar uma foto com a namorada e aconteceu a fatalidade. No perfil da namorada dele, no Facebook, tinha uma página de uma menina posava com uma arma. Então, eles resolveram imitar a cena da foto. Ainda não tive como falar com ele. Eles estavam namorando há pouco tempo. Foi um tiro acidental. Ele foi autuado por homicídio culposo e eu devo responder administrativamente pela arma”, disse o pai do jovem, o cabo Alexandre Oliveira Rodrigues. Por telefone, chorando, ele pediu desculpas para a família da menina.

Mas para o pai que vai ter de enterrar a filha, faltou responsabilidade. “Creio que não foi acidente, foi irresponsabilidade, principalmente, do pai. Ele não poderia deixar uma arma dentro de casa tão fácil para o filho. Estou muito abalado, não consigo mais falar, não estou acreditando”, disse o pai da jovem morta, o operador de máquinas Dorisvaldo Gomes dos Santos.

O jovem foi levado para a 1ª Delegacia Regional de Vitória, onde foi autuado em flagrante por homicídio culposo (quando não há intenção de matar).


Fonte: http://g1.globo.com/espirito-santo

Alagoas tem maior número de jovens assassinados no Brasil, diz pesquisa

Foram 138 homicídios a cada 100 mil habitantes em 2012. Dados são do "Mapa da Violência 2014. Os jovens do Brasil".


O estudo "Mapa da Violência 2014. Os jovens do Brasil", trouxe Alagoas mais uma vez à frente dos demais estados brasileiros em relação ao número de homicídios, dessa vez de jovens com idade entre 15 e 29 anos em 2012. Foram 138,3 mortes a cada 100 mil habitantes, como mostrou a reportagem do Fantástico na noite deste domingo (29)

De acordo com o secretário de estado da Defesa Social, Diógenes Tenório, há policiamento nas ruas para combater o crime, mas faltam políticas públicas em favor dos jovens. O secretário admitiu ter medo da violência desenfreada no estado. "Essa é a realidade, se você quer saber. Eu tenho medo que a minha própria família seja vítima de um negócio desses [crime de homicídio], de perder um dos membros [da família] porque os marginais estão à solta", revelou o secretário em entrevista ao Fantástico.

Os estados do Espírito Santo e do Ceará aparecem como segundo e terceiro estados do país com a maior média de assassinatos de jovens, mas ainda com um número menor que o registrado em Alagoas: 101,7 e 94,6 homicídios a cada 100 mil habitantes respectivamente.

Para Julio Jacobo Waiselfisz, Coordenador da Área de Estudos da Violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO) e responsável pelo estudo realizado em parceria com Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americano (Cebela), as taxas de homicídio em Alagoas são alarmantes. "Não têm equiparação na história do país", revela.

Em maio, uma prévia do estudo havia revelado uma redução de 10,4% no número médio de homicídios entre a população geral quando comparados os anos de 2011 e 2012. Essa diminuição, entretanto, não foi capaz de retirar do estado a marca de unidade da federação com a maior média de assassinatos no país: 64,6 assassinatos a cada 100 mil habitantes.

O mesmo estudo divulgado há quase um ano mostrou que, em 2011, houve 950 assassinatos de jovens em Alagoas. O estudo trazia também dados de 2001, quando foram contabilizados 336 assassinatos. A média anual por grupo de 100 mil habitantes aumentou 185,6%, saindo de 54,8%, em 2001, para 156,4% naquele ano.

Fonte: http://g1.globo.com/index.html

PM de Santa Catarina faz música e coreografia para combater as drogas


Chorei! 

Canção do Proerd 

Existe um programa 
que vai lhe ajudar 
existe um amigo 
que vai lhe ensinar 
que o problema *drogas* 
merece atenção 
e para manter-se a salvo 
é preciso dizer não 

Proerd é o programa 
Proerd é a solução 
Lutando contra as drogas 
Ensinando a dizer não 

Cultivando o amor próprio, controlando a tensão 
Pensando nas consequências, resistindo a pressão 
como amar a própria vida 
e às drogas dizer não 
quem lhe ensina é o amigo 
mas é sua decisão 

Proerd é o progama 
Proerd é a solução 
Lutando contra as drogas 
Ensinando a dizer não 

Existe um progama 
que vai lhe ajudar 
existe um amigo 
que vai lhe ensinar 
que o problema *drogas* 
merece atenção 
e para manter-se a salvo 
é preciso dizer não 

Proerd é o programa 
Proerd é a solução 
Lutando contra as drogas 
Ensinando a dizer não 

Cultivando o amor próprio, controlando a tensão 
Pensando nas consequências, resistindo a pressão 
como amar a própria vida 
e às drogas dizer não 
quem lhe ensina é o amigo 
mas é sua decisão 

Proerd é o programa 
Proerd é a solução 
Lutando contra as drogas 
Ensinando a dizer não {BIS} 

Composição: Sgt Claudio C. Dos  Santos

domingo, 29 de junho de 2014

Educação a distância para concurseiros

Por Aline Alencar Nunes


A corrida do brasileiro por uma vaga de trabalho no serviço público começa a abrir espaço para empresários do setor de educação à distância que investem em startups especializadas em preparar alunos para as provas. Com aulas ao vivo e plataformas incrementadas, essas startups contabilizam receitas interessantes e já chamam a atenção dos investidores.

O empresário Rodrigo Schluchting, por exemplo, abriu sua escola na internet, a Elo Concursos, aos 20 anos de idade. O negócio começou a operar em 2010, com aulas ao vivo e participação direta dos alunos. O empresário, que aos 18 anos já dava aulas, percebeu a demanda depois de trabalhar em cursinhos pré-vestibulares.

Em parceria com Elias Daniel, Deodato Neto e Alison Moraes, que hoje atuam na gestão da empresa, Schluchting investiu R$ 50 mil. A proposta do site é a de simular um ambiente de aprendizado presencial. Durante as aulas, os usuários podem enviar perguntas aos professores, via sala de bate-papo. Toda a interação é gravada para os alunos que perderam a transmissão online.

Com apenas quatro anos, a escola já conta com 12 mil alunos e faturou R$ 500 mil em 2013. Para este ano, o empresário estima um aumento de até 40% nas receitas. A meta é chegar ao primeiro milhão em 2015. Essas perspectivas fizeram com que Schluchting abandonasse a graduação em Física e investisse em uma especialização na área de Marketing Digital. "A empresa começou a exigir muito de mim", analisa.

A Rota dos Concursos, empresa criada em 2007, desenvolveu um banco de dados com mais de 600 mil questões de concursos. Este ano, o site atingiu a marca dos 300 mil usuários e espera gerar R$ 1 milhão em receitas. Com aportes da 500 Startups, da Monashees e da Gera Venture, a startup somou R$ 1 milhão em investimentos para otimizar o sistema.

A plataforma já identificava as questões mais pertinentes para cada candidato a partir dos assuntos cobrados nos exames, mas foi aperfeiçoada. "As pessoas têm mais condições de aprender coisas próximas do seu conhecimento atual. É com base nessa teoria que o novo sistema irá sugerir questões mais direcionadas", afirma o cofundador e presidente da empresa, Henrique Guimarães.

Matéria veiculada AQUI 

Jovem atingido por bala perdida após vitória do Brasil tem morte cerebral

Jovem teve morte cerebral após ser atingido por bala na cabeça (Foto: Reprodução/Facebook)

TERESINA (PI) - O estudante de engenharia mecânica Ruan Pedreira, 21 anos, teve morte cerebral declarada após ser atingido na cabeça por uma bala perdida durante comemoração do jogo da seleção brasileira no Cais da Avenida Maranhão, próximo ao bairro Saci, Zona Sul de Teresina. O jovem e mais três amigos estavam saindo da festa quando houve um tiroteio, por volta das 22h de sábado (28).


Segundo Rafael Prado, amigo da vítima e testemunha do caso, a festa com paredões de som acontecia na avenida, e quando os jovens perceberam o início de uma briga saíram correndo. "Começou a troca de tiros e nós nem esperamos para saber o que tinha acontecido, queríamos sair de perto. Ouvi seis disparos e no sétimo percebi o Ruan caindo atrás de mim. Nesse momento começo.

O amigo lembrou que os companheiros e a mulher de um policial que estavam no local ligaram para o Serviço de Urgência Móvel (Samu). De acordo com Rafael, a vítima foi levada para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT) ainda respirando, mas devido à demora no atendimento Ruan Pedreira entrou em coma. "Só tinha um médico de plantão e o atendimento demorou muito. Foram atendê-lo na manhã deste domingo, já comunicando que o Ruan estava com morte cerebral", denunciou Rafael.

Fonte: AQUI

Policial Civil de Teresina é morto na cidade de Timon(MA)


TIMON(MA) - Um policial civil do Piauí foi morto durante tentativa de assalto na tarde deste domingo (29) no bairro Jóia, em Timon (MA). 

José Silvano Alencar de Almeida, 27 anos, é irmão do ex-secretário estadual de Fazenda, Antônio Silvano Alencar. 


De acordo com o major Juarez Medeiros Sobrinho, comandante do 11º Batalhão da Polícia Militar de Timon (MA), os bandidos esfaquearam o policial e ainda tomaram sua arma. Com a mesma, os assaltantes ainda dispararam contra a vítima. 

O major confirmou a prisão de dois suspeitos horas depois do crime. Policiais continuam em diligências em busca de outro homem, que teria ficado com a arma da vítima. 


José Silvano estava lotado no gabinete da Secretaria de Segurança Pública do Piauí. Seu irmão, Antônio Silvano Alencar, foi gestor durante o governo de Wilson Martins, encerrado no início de abril, e perdeu outro irmão há cinco meses, vítima de problemas cardíacos.



A vítima, o policial José Silvano Alencar de Almeida foi morto com uma facada no pescoço.

De acordo com o policial Antônio Vilela, chefe de plantão da Delegacia Geral de Teresina, José Silvano estava a caminho da sua chácara, e decidiu parar num bar situado no bairro Joia, onde acabou se envolvendo numa briga com os suspeitos, que teriam tentado aplicar um golpe no policial.

"A informação que nós temos, repassadas pelas testemunhas, é que o Alencar [policial] estava com a esposa, bebendo nesse bar na Vila do BEC, quando foi abordado por dois elementos que lhe ofereceram uma carne. Ele pediu para ver a carne, mas os suspeitos pediram que ele primeiro desse o dinheiro. O Alencar disse que se fosse desse jeito ele não queria comprar carne nenhuma", detalha o chefe de plantão.

Minutos depois, os mesmos homens teriam retornado ao bar para oferecer um cadeado ao policial civil. Sem paciência, José Alencar teria sacado a arma e insultado os supostos golpistas, ordenando que eles fossem embora.

Mesmo com a discussão, o policial continuou bebendo no bar, acompanhado da esposa. Pouco tempo depois, os suspeitos foram ao local novamente, desta vez armados com uma faca, e atingiram Alencar no pescoço.

Ferido, o policial civil disparou contra um dos acusados, e foi para o carro com a mulher, para quem entregou a arma.

Quando o policial se preparava para ligar o veículo e seguir em busca de ajuda, um dos suspeitos conseguiu tomar a arma da mulher e efetuou um disparo contra o veículo de Alencar. 

O policial chegou a dirigir por cerca de cem metros, mas acabou sucumbido, e o veículo colidiu com um muro.

Além do suspeito baleado, que foi levado para o Hospital de Urgência de Teresina Dr. Zenon Rocha (HUT), outro acusado foi preso pela polícia.

Neste momento, equipes das Polícias Civil e Militar do Maranhão e do Piauí realizam diligências em busca de um terceiro envolvido no crime.



Noticia veiculada  AQUI

COLEGA POLICIAL, EM CASO DE ASSÉDIO ..., JÁ SABE!


CRIMINOSOS fazem empresário refém e roubam dinheiro

DUPLA ARMADA, ALÉM DE DINHEIRO, também levou joias da vítima; ainda está foragida

PAULISTANA (PI) - Os bandidos aproveitaram o decorrer do jogo do Brasil para assaltar a residência do empresário Martinho Alencar, dono do Supermercado Alencar de Paulistana-PI.

Por volta de 13h30min deste sábado dia 28 de Junho, quando Martinho Alencar estava com sua esposa e dois filhos assistindo ao jogo, elementos invadiram sua casa com uma arma em punho exigiram dinheiro e jóias.

Eles levaram uma quantia equivalente a R$ 4 mil, uma pulseira de ouro, uma corrente de ouro e um relógio. Os marginais ainda tentaram, mas desistiram de fazer com que o comerciante fosse ao supermercado pegar mais dinheiro. A polícia ainda não encontrou os bandidos.

Em Teresina, dois acusados de fazerem um arrastão com até uma dezena de vítimas foram presos na noite deste sábado (27) no bairro Saci na Zona Sul. Os criminosos teriam feitos vários roubos em uma comemoração após o jogo da seleção brasileira. O local é tradicionalmente um ponto de encontro de torcedores em anos de Copa do Mundo em Teresina.

A dupla foi presa em flagrante. Eles aproveitaram da intensa movimentação de pessoas para praticar os crimes. Segundo a polícia, a dupla estava armada. Além da arma, policiais encontraram também os pertences das vítimas, que incluem eletrônicos, como aparelhos celulares, e dinheiro.


Fonte: http://180graus.com/noticias/

Diretor Jurídico do SINPOLPI trabalha em pleno domingo


Por Wagner Leite

Hoje, iniciamos o dia por volta de 6 horas da matina. Fomos à Igreja, à casa de alguns parentes, ao mercado e por último passamos pelo Sindicato dos Policiais Civis do Piauí, e como sempre, encontramos o incansável Constantino Júnior, Diretor Jurídico, trabalhando em pleno domingo. Aproveitamos, trabalhamos também um pouco e atualizamos as notícias de interesse policial. Não tiramos um self, mas eis aqui o combatente trabalhando em pleno domingo.

Imagino que todas as pessoas tenham consciência de suas obrigações enquanto cidadãos, todavia, existem aqueles que não as cumpre de forma alguma; outros, que só fazem o que são mandados, e uns poucos, bem poucos mesmo, que as cumprem sem que ninguém as determine.

Bom mesmo seria se todos cumprissem as suas obrigações, mas isso só é possível quando se tem amor ao próximo - princípio cristão que a humanidade insiste em ignorar.

Primo de Márcio Pop é preso no Saci suspeito de fazer arrastão em festas

Com ele foi encontrado arma, bolsas, dinheiro e 10 camisas. Suspeito estaria trocando de roupa para despistar a PM.

TERESINA (PI) - A Companhia Independente de Trânsito (Ciptran), da Polícia Militar, prendeu na noite deste sábado (28) João Henrique de Freitas Pereira acusado de porte ilegal de arma de fogo e de prática de assaltos na zona Sul de Teresina.

“Ele é primo do Márcio Pop e estava praticando assaltos na região do Saci aproveitando a festa pela vitória do Brasil na Copa. No carro dele foi encontrado bolsas, dinheiro e cerca de 10 camisas. A suspeita era que ele estava trocando de roupa para evitar ser reconhecido”, conta o comandante do Ciptran, major Adriano de Lucena.


O suspeito estava com a arma na cintura no momento da abordagem. Ele é foi achado em uma abordagem de rotina da Companhia durante a comemoração no bairro Saci. A arma era um revólver, calibre 38, da marca Rossi e estava com 03 munições.

“De acordo com o relatório das ações também foi apreendido um invólucro com substância aparentemente cocaína. O veículo do suspeito também foi removido para fins de investigação”, explica o major.

Quem era Márcio Pop
Segundo a polícia, Márcio Fernando Amorim Silva, 24 anos, o Márcio Pop, tinha envolvimento com tráfico de drogas e uma extensa ficha policial. Antes de morrer, ele estava sendo indiciado por participação em um homicídio. 

Ele também teria envolvimento em uma tentativa de homicídio do “Nêgo Wilson”, ocorrido nas proximidades do Detran. A morte aconteceu no dia 26 de agosto de 2013, próximo a um pagode no bairro Saci, zona Sul de Teresina.

Fonte: http://www.cidadeverde.com/

Dica de domingo!!!


Filme “Amazônia” utiliza macacos-prego da UFPA


Uma aventura na Floresta Amazônica vivida por um macaco-prego criado em cativeiro envolve “artistas” da Universidade Federal do Pará (UFPA). O longa-metragem, filmado em Manaus, teve estreia nesta quinta-feira, 26 de junho, nos cinemas de todo o Brasil e, em Belém, entra em cartaz no Cinépolis Parque Shopping, em tela 3D . Assista ao vídeo  CLICANDO AQUI 


Fonte: www.portal.ufpa.br/

Bom dia!!!


sábado, 28 de junho de 2014

Despedida ...

Após dois anos, Blog do Coveiro encerrará suas atividades

"Sinto-me no dever de dar explicações aos leitores, aos meus 5.747 seguidores do Facebook e principalmente aos anunciantes, que o endereço eletrônico do Blog do Coveiro, que em pouco mais de dois anos se tornou referência na região norte do Piaui, está paralisando temporariamente suas atividades.
É vergonhoso em pleno seculo XXI se estacionar um sonho, concretizado e de grande sucesso, através de um trabalho árduo, mas sem reconhecimento (R$). Com um apoio financeiro baixo, durante pouco mais de dois anos, o editor desse blog não teve horário fixo para as refeições, descanso ou lazer, além de ter sofrido varias ameaças de criminosos na cobertura de matérias policiais, correu também muitos riscos de acidente de moto no intuito de chegar com rapidez na cena de ocorrência para colher melhor as informações, apesar de ter resistido a muitas outras investidas, insultos desmerecidos e deboches, chega um ponto que não dá mais para tolerar. Lembrando que o Blog do Coveiro nunca sofreu nenhum tipo de Ordem Judicial ou perseguição política que motivasse ao termino de nossas postagens.

Durante esse tempo, estivemos no ar mostrando os acontecimentos relacionados à Cocal e Cocal dos Alves. Além de deixar os leitores atualizados, o Blog também é uma ferramenta que leva as notícias da cidade pra os seus filhos que hoje moram em outras cidade do nosso Brasil.

Vamos parar as atividades no final deste mês (30/06), por livre e espontânea vontade, com o ar de dever cumprido e com a certeza que nossa imagem fica imaculada diante da sociedade cocalense.

Agradeço de coração a todas aquelas pessoas que ajudaram a manter o Blog no ar, seja com seu pensamento positivo ou ajudando com conteúdo, com a divulgação do mesmo, com os acessos, enfim com seu apoio. (Quem sabe um dia retornaremos!)"


*** Agora eu digo que ...

... Só agora conheci este blog. E não por outro motivo resolvi compartilhar essa despedida que espero não ver acontecer. Compreendo a fala do colega blogueiro, também sua tristeza. Não sei se foi o caso, mas às vezes, começamos um trabalho sem maiores pretensões, daí ele cresce, passando a exigir mais e mais... E assim, seus idealizadores na ânsia de fazê-lo melhor passam a não medir esforços para torná-lo cada vez melhor, mesmo diante das dificuldades que surgem a todo instante. É falta de recurso financeiro, perseguição politica e de outras ordens,e por aí vai ... Daí o desânimo chega porque passamos a sofrer com a cobrança diária entre conciliar o trabalho crescido com outras prioridades. Bom, o que quero dizer mesmo é que entendo sentimento do colega, por isso desejo de coração que o espaço continue, afinal, já faz parte da história de Cocal, mais ainda da sua. Abraços !!!!   


ESSE É SÓ MAIS UM CASO ... .

"...Eu conversei com ele no celular como se fosse ela. Era o cara chamando ela para ir fumar um", revela a mãe, que não quis ser identificada. Ela justifica a medida extrema dizendo que está preocupada com a vida da filha. "Do que eu tenho medo? De perder ela para os traficantes. De um dia ela sair e não voltar mais", lamenta. Goiania(GO), 23.06.14

AJUDE A COMBATER O CRIME DE TRÁFICO DE DROGAS




 WhatsApp: 98 9224-8660 - São Luís/MA 

Mãe é suspeita de acorrentar o filho e sair para beber, diz delegado

Menino de seis anos foi encontrado acorrentado dentro de casa, em Buriti do Tocantins
ARAGUATINS (TO) - Uma moradora de Buriti do Tocantins, extremo norte do estado, é suspeita de manter o próprio filho de 6 anos acorrentado para sair de casa. A informação é do delegado da Polícia Civil de Araguatins, Hélio Domingos de Assis. Ele contou que a mãe, de 41 anos, foi autuada por abandono de incapaz e maus-tratos. Ela chegou a ser presa mas foi solta, por ordem da Justiça, segundo o delegado.

A prisão aconteceu depois da denúncia de um vizinho. "Ele ouviu os pulos da criança, que estava acorrentada, decidiu olhar pelo muro e viu que o menino estava com as pernas presas por uma corrente. O vizinho foi quem ligou para a Polícia Militar", contou o delegado.

Ao chegar à casa da mulher, a polícia conseguiu entrar e soltar o menino. Segundo Assis, a mãe teria deixado a criança sozinha em casa e saído para beber. "Ela foi presa perto de um bar e estava sob os efeitos do álcool". A mulher, o menino e uma menina, também filha dela e que estava na casa de uma vizinha, foram levados para a delegacia. "Enquanto a mulher permaneceu presa, os filhos ficaram com uma vizinha porque os parentes não quiseram ficar com eles", completou o delegado. 

Assis disse que "o estado de embriaguez era tanto que ela não conseguiu falar muito. Mas ela disse que tem o direito de manter o filho acorrentado. É uma situação difícil, eles vivem em extrema pobreza". De acordo com o delegado, a mãe já esteve envolvida em outro caso como este. Por meio da Defensoria Pública do Estado, a Justiça concedeu liberdade à suspeita. 

Fonte: http://g1.globo.com/to/tocantins/


Transexuais podem usar nome social na Universidade Federal do ES

Transexual Sarah Pederzini é estudante de biologia
da Ufes e comemorou (Foto: Arquivo pessoal)
Transexuais e travestis que estudam ou trabalham na Universidade Federal do Espírito Santo podem ter os nomes oficiais trocados pela forma com que preferem ser chamados, a partir deste sábado (28).

Uma resolução proposta pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e Cidadania (Proaeci), aprovada por unanimidade no Conselho Universitário, dá o direito do novo tratamento a estudantes, funcionários administrativos e professores da instituição que queiram mudar a forma com que são identificados na Ufes.

O único nome que constará no banco de dados da Ufes será o social. E a mudança influenciará também no diploma, que poderá apresentar o nome social, seguido do nome oficial entre parênteses, segundo a pró-reitora de assuntos estudantis e cidadania da Ufes, Jacqueline Oliveira Silva. “O nome social será o único exibido em toda documentação de uso interno da Ufes. Em toda situação, a pessoa poderá utilizá-lo. Nesse contexto estão a lista de chamada, o crachá, ou qualquer outro documento”, explica.

A aprovação por unanimidade da resolução no Conselho Universitário foi vista como um dia de comemoração. Com a novidade, a universidade espera servir de exemplo para outras instituições.

“É constrangedor e assediante você ser chamada por João, Paulo ou Pedro, se você se identifica como Maria ou Cláudia. Imagine o estudante que passa cerca de oito turnos escutando um nome que não é mais dele, do ponto de vista físico e psicológico”, avalia a pró-reitora.

Quem tiver interesse em realizar a mudança no banco de dados, deve fazer a solicitação diretamente na Pró-Reitoria de Graduação ou na Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da universidade.

NOTICIA VEICULADA AQUI

IMPRENSA CHILENA





Imprensa chilena chama Brasil de "besta verde e a amarela da seleção chilena"

Júlio César brilha nos pênaltis 

PRA FRENTE BRASIL!!!

Prostitutas da Copa Brasil 2014

Assim com a bola a prostituição está rolando nesta Copa 2014. Na da Alemanha, denunciaram a presença de 95 mil prostitutas brasileiras.  O pior é que existe a prostituição infantil. O Brasil tem, oficialmente, para a Polícia Federal e Unesco, 250 mil crianças de 8 a 12/13 anos trabalhando sexualmente. As ONGs contam 500 mil.

Enquanto isso ... UMA PROMOÇÃO E TANTO ...























Saiba mais: AQUI

Uma barreira contra investidas violentas ...


Maria Clara Bubna – Sobre o Silêncio ou Manifesto pela Voz



Vários crimes praticados contra uma estudante: assédio moral, abuso de poder, stalking, bullying, violência machista e terrorismo midiático da revista Veja, acostumada a destruir reputações, e o jornal O Globo, que defende o pensamento único.


Maria Clara Bubna, 20 anos, é estudante do 1° período de Direito na UERJ e integra o Coletivo de Mulheres da sua Universidade.

Ela era – até ele pedir exoneração – aluna do Professor Bernardo Santoro,autor de uma postagem de conteúdo debochado e pra lá de machista feita, publicamente, em seu facebook, e repudiado, recentemente, e com toda a razão, pelo Coletivos de Mulheres da UFRJ, outra Universidade na qual Bernardo leciona.

Depois disso, Bubna passou a ser perseguida pelo professor – embora ele insista em afirmar o contrário, mesmo estando ele hierarquicamente, acima da aluna, em sua relação dento da Universidade – que atribui, equivocadamente, a autoria do repúdio à Bubna e seu Coletivo, embora o Repúdio tenha sido redigido por outro Coletivo Feminista, de outra Universidade (???).

A estudante ficou um tanto surpresa e assustada com o rumo que o assunto tomou e a repercussão que teve, mas resolveu quebrar seu silêncio e contar sua versão da história em seu depoimento intitulado “Sobre o Silêncio ou Manifesto pela Voz”, que reproduzo, na íntegra, logo abaixo.

“Parabéns” sqn, Professor Bernardo Santoro! O Senhor conseguiu ficar famoso como o machistinha mais comentado das redes sociais dos últimos dias!

E parabéns, de verdade a ti, Maria Clara Bubna, que optou por não ficar calada, apesar de, como tu mesma disseste no teu manisfesto, seres “o elo mais fraco desta relação”, por seres aluna, por seres mulher, por seres ainda muito jovem.

Segue o Manifesto de Maria Clara Bubna:

SOBRE O SILÊNCIO OU MANIFESTO PELA VOZ

Por muitos dias, eu optei por permanecer calada. Talvez numa tentativa de parecer madura (como se o silêncio fosse reflexo de maturidade) ou evitando que mais feridas fossem abertas, eu escolhi, nesse último mês, por vivenciar o inferno em que fui colocada com declarações breves e abstratas e conversas pessoais cautelosas. Mas se tem uma coisa que eu descobri nesse mês é que a maior dor que poderiam me causar era o meu silenciamento, o meu apagamento por ser mulher, jovem, “elo fraco” de toda relação de poder. Eu decidi portanto recuperar minha voz. Esse texto é um apelo a não só o meu direito de resposta, mas o meu direito a existir e me manter de pé enquanto mulher.

Eu nunca vi necessidade de esconder meus posicionamentos. Seja sobre o meu feminismo ou minhas preferências políticas, sempre fui muito firme e verdadeira com o que acredito. Mantive sempre a consciência de que minha voz era importante e que, junto com muitas outras vozes, seriamos fortes. Exatamente por isso, nunca vi necessidade de me esconder. Decidi fazer Direito baseada nessa minha ideia de que a união de vozes e forças poderia mudar a quantidade brutal de situações hediondas que o sistema apresenta.

Dentro da Faculdade de Direito da UERJ, acabei encontrando um professor que possui postura claramente liberal. Ele também nunca fez questão de esconder suas preferências políticas, mesmo no exercício de sua função. Apesar de ser meu primeiro ano na faculdade, passei alguns muitos anos no colégio durante os ensinos fundamental e médio e tive professores militares, conservadores, cristãos ferrenhos. Embates aconteciam, mas nunca ninguém se sentiu ofendido ou depreciado pelas suas preferências ideológicas. O debate, quando feito de maneira saudável, pode sim ser enriquecedor. Para minha surpresa, isso não aconteceu no ambiente universitário.

Ouvindo Bernardo Santoro se referir aos médicos cubanos como “escravos cubanos”, a Marx como “velho barbudo do mal”; explicar o conceito de demanda dizendo que ele era um “exímio ordenhador pois produzia muito leitinho” (sic) e que o “nazismo era um movimento de esquerda”, decidi por me afastar das aulas e tentar acompanhar o conteúdo por livros, gravações, grupos de estudo… Já ciente do meu posicionamento político e percebendo minha ausência, o professor chegou a indagar algumas vezes, durante suas aulas: “onde está a aluna marxista?”.

No dia 15 de maio deste ano, Bernardo postou em sua página do Facebook, de maneira pública, um post sobre o feminismo. Usando o argumento de que se tratava de uma “brincadeira”, o docente escarneceu da luta feminista e das mulheres de maneira grosseira e agressiva. A publicação alcançou muitas visualizações, inclusive de grupos e coletivos feministas que a consideraram particularmente grave, em se tratando de um professor, como foi o caso do Coletivo de Mulheres da UFRJ, universidade em que Bernardo também leciona. A partir do episódio, o Coletivo de Mulheres da UFRJ escreveu uma nota de repúdio à publicação do professor, publicada no dia 27 de maio na página do próprio Coletivo, chegando rapidamente ao seu conhecimento.

Foi o estopim. Fazendo suposições, o professor começou a me acusar pela redação da nota de repúdio e a justificou como fruto de sua “relação conflituosa” comigo, se mostrando incapaz de perceber quão problemático é escarnecer, de maneira pública, de um movimento de luta como o feminismo.

Fui então ameaçada de processo. Primeiro com indiretas por comentários, onde meu nome não era citado. Alguns dias se passaram com uma tensão se formando, tanto no meio virtual quanto nos corredores da minha faculdade. Já se tornava difícil andar sem ser questionada sobre o assunto.

Veio então, dias depois, uma mensagem privada do próprio Bernardo. A mensagem me surpreendeu por não só contar com o aviso sobre o “processo criminal por difamação” que o professor abriria contra mim, mas por um pedido do mesmo para que nos encontrássemos na secretaria da faculdade para que eu me desligasse da minha turma, pois o professor não tinha interesse em continuar dando aula para alguém que processaria.

Nesse ponto, meu emocional já não era dos melhores. Já não conseguia me concentrar nas aulas, chorava com uma certa frequência quando pensava em ir pra faculdade e essa mensagem do professor serviu para me desestabilizar mais ainda. Procurei o Centro Acadêmico da minha faculdade com muitas dúvidas sobre como agir. Foi decidido então levar o assunto até o Conselho Departamental que aconteceria dali alguns dias.

No Conselho, mesmo com os repetidos informes de que não se tratava de um tribunal de exceção, Bernardo agiu como se fosse um julgamento. Preparou uma verdadeira defesa que foi lida de maneira teatral por mais de quarenta minutos. Conversas e posts privados meus foram expostos numa tentativa de deslegitimar minha postura. Publicações minhas sobre a militância feminista e textos sobre minhas preferências políticas foram lidos pelo professor, manipulando o conteúdo e me expondo de maneira covarde e cruel. Dizendo-se perseguido por mim, uma aluna do primeiro período, Bernardo esqueceu-se que dentro do vínculo aluno/professor há uma clara relação de poder onde o aluno é obviamente o elo mais fraco. Eu, enquanto aluna, mulher, jovem, não possuo instrumentos para perseguir um professor.

O Conselho, por fim, decidiu pela abertura de uma sindicância para apurar a postura antipedagógica de Bernardo. Não aceitando a abertura da sindicância, o professor, durante o próprio Conselho, comunicou que iria se exonerar e deixou a sala.

Foi repetido incansavelmente que a questão para a abertura da sindicância não era ideológica, mas sim sobre a postura dele como docente. Bernardo, ao que parece, não entendeu.

No dia seguinte, saiu uma reportagem no jornal O Globo sobre a questão. O professor declara que eu sempre fui uma “influência negativa para a turma”. Alguns dias depois, a cereja do bolo: seu amigo pessoal, Rodrigo Constantino, publicou, em seu blog na Revista Veja, uma reportagem onde eu era completamente difamada e exposta sem nenhum aviso prévio sobre a citação do meu nome. A reportagem por si só já era deprimente, mas o que ela gerou foi ainda mais violento.

Comecei a receber mensagens ameaçadoras que passavam desde xingamentos como “vadia caluniadora” até ameaças de “estupro corretivo”. Meu e-mail pessoal foi hackeado e meu perfil do facebook suspenso.

A situação atual parece estável, mas só parece. Ontem, no meu novo perfil do facebook, recebi mais uma mensagem de um homem desconhecido dizendo que eu deveria ser estuprada. Não, eu não deveria. Nem eu nem nenhuma outra mulher do planeta deveria ser estuprada, seja lá qual for o contexto. Nada nesse mundo justifica um estupro ou serve de motivação para tal.

Decidi quebrar o silêncio, romper com essa postura conformista e empoderar minha voz. É preciso que as pessoas tenham noção da tensão social que vivemos onde as relações de opressão estão cada vez mais escancaradas e violentas.

Em todo esse desenrolar, eu me vi em muitos momentos me odiando. Me odiando por ser mulher, me odiando por um dia ter dado valor à minha voz. Me vi procurando esconderijos, me arrependendo de ter entrado na faculdade de Direito, de ter acreditado na minha força. Me detestei, senti asco de mim. Mas eu não sou assim. Eu sou mulher. Já nasci sentindo sobre mim o peso da opressão, do machismo, do medo frequente de ser violada e violentada. Eu sou forte, está na minha essência ter força. E é com essa força que eu escrevo esse texto.

Estejamos fortes e unidos. A situação não tende a ficar mais mansa ou fácil. Nós precisamos estar juntos. É essa união que vai criar rede de amor e uma barreira contra essas investidas violentas dos fascistas que nos cercam. Foi essa rede de amor e apoio que me manteve sã durante esse mês e é essa rede que vai nos manter vivos quando o sistema ruir. Porque esse sistema está, definitivamente, fadado ao fracasso.

Abrace e empodere sua voz!

Maria Clara Bubna

Rio de Janeiro, junho de 2014.

Fonte: AQUI

Lei aumenta pena para crimes de contrabando

Passa a valer a partir de ontem (27) a mudança no Código Penal Brasileiro que aumentou a pena para o crime de contrabando. Aprovada pelo Congresso no início de junho, a lei foi publicada hoje no Diário Oficial da União. Pela nova regra, o contrabando e o descaminho passam a ser tipos autônomos de crime. Com isso, a pena para quem for condenado pela prática do contrabando passa a ser dois a cinco anos de reclusão. Antes, o Código Penal estabelecia pena de um a quatro anos de prisão.

Antes, o contrabando e o descaminho estavam incluídos em um único item, o Artigo 334 do Código Penal. Contudo, eles são distintos, sendo contrabando a importação ou exportação de mercadoria proibida. Já o descaminho ocorre quando não há pagamento do imposto devido pela entrada, saída ou consumo de mercadoria no país. A pena para o crime de descaminho permanece em um a quatro anos de prisão.

A nova redação também prevê o aumento da pena quando os crimes de contrabando e descaminho forem cometidos em transporte marítimo ou fluvial. O Código Penal previa o aumento da pena apenas quando a prática criminosa ocorresse com o uso de transporte aéreo.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br


LEI Nº 13.008, DE 26 DE JUNHO DE 2014
Dá nova redação ao art. 334 do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal e acrescenta-lhe o art. 334-A.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º O Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Descaminho
Art. 334. Iludir, no todo ou em parte, o pagamento de direito ou imposto devido pela entrada, pela saída ou pelo consumo de mercadoria:
Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
§ 1º Incorre na mesma pena quem:
I - pratica navegação de cabotagem, fora dos casos permitidos em lei;
II - pratica fato assimilado, em lei especial, a descaminho;
III - vende, expõe à venda, mantém em depósito ou, de qualquer forma, utiliza em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, mercadoria de procedência estrangeira que introduziu clandestinamente no País ou importou fraudulentamente ou que sabe ser produto de introdução clandestina no território nacional ou de importação fraudulenta por parte de outrem;
IV - adquire, recebe ou oculta, em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, mercadoria de procedência estrangeira, desacompanhada de documentação legal ou acompanhada de documentos que sabe serem falsos.
§ 2º Equipara-se às atividades comerciais, para os efeitos deste artigo, qualquer forma de comércio irregular ou clandestino de mercadorias estrangeiras, inclusive o exercido em residências.
§ 3º A pena aplica-se em dobro se o crime de descaminho é praticado em transporte aéreo, marítimo ou fluvial." (NR)
"Contrabando
Art. 334-A. Importar ou exportar mercadoria proibida:
Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 ( cinco) anos.
§ 1º Incorre na mesma pena quem:
I - pratica fato assimilado, em lei especial, a contrabando;
II - importa ou exporta clandestinamente mercadoria que dependa de registro, análise ou autorização de órgão público competente;
III - reinsere no território nacional mercadoria brasileira destinadaà exportação;
IV - vende, expõe à venda, mantém em depósito ou, de qualquer forma, utiliza em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, mercadoria proibida pela lei brasileira;
V - adquire, recebe ou oculta, em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, mercadoria proibida pela lei brasileira.
§ 2º Equipara-se às atividades comerciais, para os efeitos deste artigo, qualquer forma de comércio irregular ou clandestino de mercadorias estrangeiras, inclusive o exercido em residências.
§ 3º A pena aplica-se em dobro se o crime de contrabando é praticado em transporte aéreo, marítimo ou fluvial."
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 26 de junho de 2014; 193º da Independência e 126º da República.
DILMA ROUSSEFF
José Eduardo Cardozo