terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Justiça decreta prisões preventivas de todos os acusados da “Operação Mercenários”

A Justiça, através do plantão judiciário da última sexta-feira (27), decretou as prisões preventivas de todos os acusados presos pela “Operação Mercenários”, como também contra os dois que ainda estão foragidos.

As prisões preventivas foram decretadas em desfavor dos policiais militares Carlos Henrique Azevedo Sales, o “Sales”; Luís Cláudio Araújo, o “Cláudio”; Francisco de Assis Bezerra Soares, o “Tita”; Hiltevan Cardoso Machado, o “Tevan”, e João Bosco Moura Pedrosa, o “Pedrosa”. 

Foram decretadas ainda as prisões dos empresários Francisco Ferreira Costa, o “Chico Papada”, e Arnold Pereira da Silva, além do açougueiro Josivan. Arnold Pereira da Silva e Josivan ainda se encontram foragidos e estão sendo procurados pela polícia.

Os policiais militares Carlos Henrique Azevedo Sales, lotado no 3º BPM, e Luís Cláudio Araújo, lotado na 5ª Companhia da Polícia Militar, com sede em Açailândia, se encontram presos no Quartel Geral da Polícia Militar em São Luís. Hiltevan Cardoso Machado, o “Tevan”, e Francisco de Assis Bezerra Soares, o “Tita”, ambos lotados no Quartel da PM de Paragominas, estado do Pará, se encontram presos no Quartel do 3º BPM em Imperatriz. João Bosco Moura Pedrosa, o “Pedrosa”, se encontra preso no presídio militar em Belém do Pará. Quanto a Francisco Ferreira Costa, o “Chico Papada”, está na Delegacia Regional, mas deverá ser transferido para a Unidade Prisional de Davinópolis ou para a Unidade Prisional de Imperatriz, antiga CCPJ.

Todos os chefes das unidades onde os acusados estão presos foram comunicados da decretação das prisões contra eles, já que as temporárias vencem hoje e, caso não tivessem sido decretadas as preventivas, todos seriam colocados em liberdade. Todos os acusados tiveram inicialmente prisão de 30 dias decretada, que foram renovadas por mais 30 e agora as preventivas.

O delegado responsável pela investigação tem dez dias para enviar o inquérito à Justiça. Para maior fundamentação do conteúdo dos processos, mais uma vez os acusados serão ouvidos nesse prazo de dez dias.

Segundo o que foi apurado em investigações realizadas ao longo de mais de um ano, essas pessoas são acusadas de fazerem parte de um grupo criminoso de pistoleiros de aluguel, venda ilegal de armas de fogo, jogo do bicho e rinha de galos.

 Fonte: http://oprogressonet.com/