sexta-feira, 19 de julho de 2013

MARKETING INFANTIL

" No Brasil a entidade que fiscaliza é o CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), que recentemente incorporou no Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária novas e mais severas recomendações para a publicidade que envolve crianças, em particular em ações de merchandising, que não serão mais admitidas quando dirigidas ao target infantil. Apelos publicitários considerados imorais do tipo “peça para a sua mãe comprar isso” ou aqueles que passam a ideia de que a criança ficará “mais forte”, “legal”, “inteligente”, “feliz”, vão sofrer restrições.
(...)
A proteção de crianças e adolescentes na publicidade brasileira e suas modernizações mostram, cada vez mais, a sua eficiência e aceitação do mercado publicitário e dos consumidores e, acima de tudo, não priva por completo o acesso deste público ao consumo, apenas limita as ações para que sejam compatíveis com a sua capacidade cognitiva e psicológica."