segunda-feira, 17 de junho de 2013

O povo revoltado vem pra rua mostrar a sua indignação

Não aprovamos os excessos de nenhum lado, mas é chegada a hora de tomarmos o poder de quem tem somente retirado direitos do povo e enriquecido uma minoria em detrimento de uma maioria. Os trabalhadores do Brasil sofreram o maior ataque aos seus direitos em 2003, a partir do primeiro governo do presidente de LULA, onde por meio de maracutaias, o mensalão o maior exemplo disso, o governo federal partiu para o ataque direto ao direitos trabalhistas e o "tiro de misericórdia" foi dado no governo de sua pupila, a presidente DILMA, com a tal previdência completar e um novo teto salarial para os servidores públicos. Não se enganem, o Brasil já passou por uma época em que ninguém queria ser servidor público, ninguém queria ser nem mesmo juiz de direito, e talvez esse tempo ainda volte. Não é a-toa que os servidores mais idosos que chegaram sem mérito aos "cargos de elite" são exatamente os que fazem de tudo para agradar ao governo. Alguns desses servidores ainda existem e somam forças com os governos para atacar os trabalhadores. Vejam com que rapidez as decisões de tribunais são proferidas contra os trabalhadores e as multas que são impostas às entidades de classe. No Piauí, um desembargador ousou fixar uma multa de R$100.000,00 (cem mil reais) por dia para o Sindicato dos Policiais Civis em um dissídio de greve ajuizado pelo governo do Estado. Mais estranha que a multa foi a presteza e a rapidez com que o Judiciário se manifestou a favor do governo em que o processo chegou no gabinete do magistrado pela manhã e em ato contínuo, eficácia que o Judiciário não conhece a favor do trabalhador, prolatou a decisão suspendendo uma greve que não existiu e fixando a multa astronômica de R$100.000,00. Esses juízes que fixam multas astronômicas para os trabalhadores são os mesmos que fixam multa de R$5.000,00 (cinco mil reais) para os governos eleitos com captação vedada de sufrágio. Se você não aceita mais tanto absurdo já é chegara a hora de vir pra rua e mostrar a sua indignação, apenas observando o devido cuidado para não se igualar ao que combatemos.
Wagner Leite