domingo, 9 de junho de 2013

Foi identificado e preso o homem que matou a mulher no Rio Grajau

Postamos AQUI a notícia de que havia sido encontrado um corpo de uma mulher no Rio Grajaú e que até aquele momento ainda não sido identificado, mas em um trabalho rápido da polícia, a vítima já foi identificada como sendo a senhora - Izanetti de apenas 24 anos, nascida em um povoado de Lagoa Grande e o seu algoz, o jovem teria sido o ex-marido conhecido como JadsonInformes iniciais dão conta de que os dois teriam morado juntos na cidade de Lago da Pedra e que teriam se separado por ter Jadson descoberto, através de um exame de DNA, que o filho mais novo do casal não era dele. A vítima morava em Brasília e já estaria casada com outro homem, mas ao retornar a cidade para pegar o seu filho mais novo, segundo veiculado na imprensa da capital, o algoz a atraiu para o Rio Grajaú onde consumou o homicídio. Este é mais um fato de violência contra a mulher que tem aumentado muito pela sensação de impunidade que reina no Brasil, onde as leis estão cada vez mais frouxas porque os governadores de estado não fazem presídios, porque não investem na polícia civil, apesar de pagar grandes salários para delegados como se a polícia fosse feita apenas por delegados. Infelizmente essa só foi mais uma morte e haverá muitas outras ainda até que as autoridades resolvam trabalhar para o povo; até que o legislador deixe de fazer leis para botar criminosos nas ruas porque os governadores não fizeram os presídios, não investiram em educação, não investiram em segurança pública, não investiram na polícia civil que vem por anos trabalhando em condições franciscanas com baixíssimos salários para os que realmente fazem a persecução criminal a partir do crime - investigando, procurando e capturando o criminoso. mas preferem instituir guardas municipais para trabalhar como polícia contrariando a própria Constituição Federal, pois tal instituição (guarda municipal), na verdade, deveria somente cuidar do patrimônio público, o que com certeza permitiria uma maior economia para investir no que realmente a cidade e o povo precisam e a Constituição Federal determina.
As delegacias das mulheres ainda hoje esperam por ajuda dos municípios que podem e devem contribuir com a segurança pública de uma forma mais inteligente, por  exemplo, com a casa abrigo,
Wagner Leite