sábado, 18 de maio de 2013

Presidente do SINPOL Sergipe ministra palestra para policiais civis em Teresina/PI.



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Antonio Moraes foi um dos responsáveis por implantar movimento similar ao "Polícia Legal".  Os policiais civis do Piauí estiveram reunidos na manhã de hoje (17) no auditório do Sebrae, no centro de Teresina onde participaram de uma palestra com o policial civil Antonio Moraes, responsável por implantar o movimento "Operação Padrão” em Sergipe. 
De acordo com Cristiano Ribeiro, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí – SINPOL Piauí, o evento surgiu a pedido dos próprios policiais que tinham interesse em conhecer um pouco mais sobre o movimento que já existe há 5 anos em Sergipe.
“A iniciação do movimento se deu no estado de Sergipe, então nós resolvemos fazer uma palestra trazendo o presidente do sindicato dos policiais civis de Sergipe para mostrar estratégias, experiências, e as dificuldades enfrentadas, que fizeram com que eles conseguissem os seus objetivos. O “Polícia Legal” é um movimento permanente na Polícia Civil, em todos os lugares onde foi implantado os policiais obtiveram êxito e aqui não vai ser diferente”, disse Cristiano.
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De acordo com Antonio Moraes, presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Sergipe - SINPOL Sergipe, eles implantaram a "Operação Padrão" que tem o mesmo objetivo do “Polícia Legal” aqui em Teresina. "Viemos a convite já que o sindicato daqui vem batalhando uma luta que já travamos. O movimento não é greve já que não entendemos que a greve não é a ferramenta mais adequada para uma manifestação de categoria policial civil, declarou Antonio.
Antonio falou ainda sobre as características do movimento e os benefícios que irá trazer para a categoria e para a população. "A operação consiste em um policial civil fazer exatamente aquilo que a lei determina, para que a população perceba a importância do nosso trabalho. Ela vai trazer para o policial civil e para a população a consciência da importância dessa categoria. Precisamos valorizar a instituição e o servidor, para isso teremos que refundar a polícia e o alicerce é o salário, depois discutir carreira e organização interna", concluiu.
Fonte: www.sinpolpi.com.br.