terça-feira, 15 de janeiro de 2013

ANO NOVO, VELHAS PRÁTICAS.



Minhas queixas não são poucas, muito menos recente. E por várias vezes já me manifestei compartilhando minhas insatisfações. Não uso de anonimato, desse artifício nunca gostei. E até disso já falei! Se há queixas procuro as pessoas certas para ouvi-las, e pronto! De certo, nem tudo podemos! Cada um tem seu limite de ação. É assim, sempre será! Mas, trairagem não é minha praia, nem meu sertão. Procuro estabelecer boa convivência com quem quer, seja em casa, na igreja, no trabalho... Se não quer, ignoro. Deu, deu. Não deu... simples assim! Fruto da maturidade não tenho mais necessidade de querer agradar todo mundo. Tem gente que merece muito pouco. A custo alto descobri que essa missão é irrealizável. Agora, TRAIRAGEM, digo, NÃO É DIVERSÃO QUE EU PROCURE! Quem gosta, BOM PROVEITO! Já tenho compromissos demais. E sobre isso já escrevi anteriormente e não vou me repetir. Passou! Querem agora o que? Mandar na minha vontade? No meu modo de pensar, de ver, agir? Juízo, minha gente, juízo! Menos arrogância, menos prepotência, mais humildade, mais compromisso com a verdade e muito, muito menos covardia com o próximo fará muito bem pra todo mundo. A César o que é de César! Esse tempo de campainha pra chamar escrivão se foi. Ou impera o respeito e o entendimento ou nada acontece. A prova tai, clara como a luz do sol. E na força, nem mudança de guarda roupa mais. Vivemos novos tempos, chamam esse novo tempo de pós-modernidade. Infelizmente, tempo esse em que nos damos melhor com máquinas que com pessoas. Cada um sabe de si. É a gente que escolhe o caminho, mas o próprio caminho. Não vale atrapalhar o caminho do outro, isso não é bom, se colocar como uma pedra no meio do caminho. Já ouviram falar na lei do retorno? Ela existe! Sabe aquele adágio popular de que quem planta vento colhe tempestade. Verdade também! Se não colhe hoje, colhe amanhã, ainda que o amanhã se faça bem distante. Só mais uma coisinha, quando nasci já existia a brincadeira do “telefone sem fio”, e dessa brincadeira, confesso, nunca gostei. Minha predileção foi jogar peteca, empinar papagaio, correr no sol descalça misturada aos meninos da rua. Minha perdição sempre foi o movimento. Ócio, só se for da criatividade!   

PRA TODO MUNDO, MAIS UMA VEZ, DESEJO DE UM FELIZ 2013.
Menos conflitos, mais conquistas !!!!
Márcia Pereira. EPC/Bacabal